Juventude Missionária

Juventude Missionária
"Promovendo a evangelização de nossa Juventude."

domingo, 31 de julho de 2011

Catequese: Caminho para o Discipulado
A Catequese é processo de educação comunitária permanente, progressiva, ordenada, orgânica e sistemática da fé cristã. Sua finalidade é a maturidade da fé, num compromisso pessoal e comunitário de libertação integral com o fim de nos iniciar na plenitude da vida cristã.” (CNBB, Catequese Renovada: Orientações e Conteúdo. doc. 26 n. 318).

A catequese exige conversão interior e continuo retorno ao núcleo do Evangelho (Querigma) , ou se, ao mistério de Jesus Cristo em sua Páscoa libertadora, vivida e celebrada continuamente na liturgia. Toda a ação da Igreja leva ao seguimento mais intenso de Jesus e o compromisso com seu projeto missionário. (CNBB, Diretório Nacional da Catequese Doc. 84).
A catequese anda intimamente ligada com toda a Igreja e pode assim ser representada, graficamente:
Evangelização – Fé embrionária→ Recebemos desde o nosso nascimento.
                                       
                      Nasce da própria família.
Catequese – Processo de iniciação cristã permanente (Consciência Crente).
Comunidade – Experiência cristã: Doutrina – ensino; Liturgia – oração; Bíblia, Moral, Vocacional, Ministérios, Missão (Consciência Crítica) → Confronto entre                                                                a catequese e a realidade de onde estamos/ em que vivemos.
Mundo – Social libertadora; Ecumenismo e Diálogo inter-religioso.
Vida eterna – Comunhão Trinitária.
Vivendo a sexualidade como jovem maduro



Na adolescência desabrochamos enquanto mulheres e homens.E, nessa condição, podemos ser co-criadores da vida, gerando filhos.Por isso é necessário, e muito importante, assumir a sexualidade com critérios de amor e de responsabilidade.Não é mais coisa de criança inconsequente, quando o pai e a mãe davam um jeito depois.Trata-se, agora, de atitudes de adultos responsáveis e maduros que devem ter um olhar mais critico sobre tudo o que se faz na vida.É época de mostrar que o jovem também pode ter cabeça firme e se responsabilizar por seus atos, entretanto.Entretanto é urgente que a juventude bote a mão na consciência e reflita o que é primordial em sua vida.Tudo na vida tem sua hora e dia, nada acontece antes do tempo se pensar bem antes de agir. Jovens, aprendam a respeitar suas namoradas e companheiras e, assim, descobriram que as coisas se tornaram mais fáceis de lhe dar.Entendam que quem ama respeita os limites da pessoa amada e respeita suas necessidades. Afinal, “Amar não é apenas um olhar nos olhos do outro. Mas sim, os dois olharem para o mesmo caminho”. Respeitem o espaço um do outro e não aprecem as coisas, pois, o que tiver de ser será. Pois, “Quando se ama o mais importante é a harmonia no relacionamento, assim, se um não quer dois não devem brigar. Por que aí deve reinara cumplicidade e a união de ideais”.Mas também, não é para ter medo, pois, Deus como nosso Pai e Criador nos dá todos os meios necessários para trilhar esse caminho. Basta querer e buscar com muita vontade, pois “Só quem tem força de vontade alcança tudo aquilo que mais almeja”. Não tenham medo ou receio de conversarem com seus pais, afinal eles são os mais indicados para lhes ajudarem nessa etapa de transição da adolescência para o adulto maduro.Contudo, vos deixo uma pergunta para refletirem em seus corações e mentes: Como vocês querem desenvolver sua sexualidade?

sábado, 30 de julho de 2011

Juventude e educação

A importância dos estudos na vida dos jovens



Passamos a maior parte de nossas vidas na escola, mas para que isso? O estudo é o que de mais importantes temos, pois com ele chegamos ao sucesso profissional, o qual acarreta em uma ótima vida familiar. Com o estudo encontramos ótimas vagas de empregos em ótimas empresas que permitem aos seus funcionários um crescimento profissional. Vemos por diversos países jovens que não dão importância ao estudo, mas quando crescerem realmente e tiver que procurar um trabalho digno verá o quanto estudar é importante. Pois, vemos também pessoas mais velhas que estão procurando cursos, faculdades e etc tudo para melhorar o seu conhecimento e com certeza ter um cargo melhor em seu ambiente de trabalho. Então leve a sério os catorze anos que você passa na escola e mais cinco os seis anos que você fica na faculdade, ponha isso em pratica e você verá o ótimo cargo que terá naquela empresa tão cobiçada por todos e com certeza verá também a realização profissional e a satisfação familiar.
 Hoje em dia o estudo é muito importante para as pessoas e principalmente para jovens e adolescentes, pois os jovens que ficam sua maior parte do tempo no estudo, esquecem das outras coisas como: drogas, violências, entre outros.
                Diante dos problemas que o nosso bairro apresenta quem mais se dedica ao estudo é mais visto e elogiado por todos, mas o maior problema está relacionado à má fama do bairro em que moramos. Devido a essa má fama muitos jovens têm medo de ir lá “fora”, ser descriminado e não ter o reconhecimento merecido. Por isso muitos jovens se envolvem com o que não presta e acaba influenciando os mais novos.
                Nos dias de hoje, jovens que crescem com tudo de bom e do melhor, não dão a importância devida ao estudo, pois pensam que a hora que quiserem irão aprender. Mas isso não acontece e eles acabam decepcionando seus pais e a si mesmos.
                O que os jovens de bairros periféricos devem ter para obter o reconhecimento merecido?
                1- Perseverança – para enfrentar os obstáculos da vida de cabeça erguida e conquistar o que almejamos na vida profissional e também pessoal;
                2- Confiança – sim, confiança naquilo que sabemos fazer para mostrarmos que não estamos ali por um acaso;
                3- Fé em Deus – pois não há ninguém melhor para nos ajudar nas horas mais difíceis da vida.

Juventude & Drogas

Riscos do uso de drogas

Faz parte da adolescência a busca por novas experiências e sensações. Aí entra também a curiosidade pelo uso das drogas, tanto as lícitas, quanto as ilegais. Se você é adolescente, é importante estar informado quanto aos riscos relacionados ao consumo de álcool e outras drogas. Veja:
Álcool – Embora o Estatuto da Criança e do Adolescente proíba a venda de qualquer tipo de bebida alcoólica para menores de 18 anos; entre os jovens de 12 a 17 anos a taxa de dependentes de álcool é de 7%. A Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE) de 2009, realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e financiada pelo Ministério da Saúde, mostrou que 27% dos estudantes haviam bebido no último mês.
Riscos – A bebida pode agir como estimulante em uma primeira fase e deixa a pessoa desinibida e eufórica, mas à medida que as doses aumentam, começam a surgir os efeitos depressores, que levam a diminuição da coordenação motora, dos reflexos e sono. O uso prolongado pode causar alcoolismo, cirrose e câncer no fígado. No comportamento, provoca agressividade.
É importante ressaltar que o consumo de álcool pode trazer prejuízos ao corpo do adolescente, ainda em formação. Além disto, pode aumentar a vulnerabilidade para infecções sexualmente transmissíveis, pela ausência do uso de preservativo nas relações; violência e acidentes.
Tabagismo – A produção do cigarro é um processo que leva a adição de vários produtos e processos químicos. Vários componentes do cigarro podem provocar câncer, tais como a amônia, a acetona, o monóxido de carbono. Resultados da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE – 2009), elaborada pelo IBGE e financiada pelo Ministério da Saúde revelam que quase 76% dos estudantes brasileiros nunca experimentaram o cigarro.
Riscos – O cigarro costuma provocar doenças a longo prazo. Dentre elas estão o câncer de pulmão, de faringe, de boca, além de problemas cardíacos, circulatórios e pulmonares.
Inalantes – São produtos industriais combustíveis ou de limpeza inalados com o propósito de sentir algum barato. Em poucos segundos podem provocar euforia e fantasias, mas os efeitos desaparecem rapidamente. Geralmente é usado por adolescentes em situação de rua. Exemplos: Solventes, Gases, Éter, clorofórmio.
Riscos – Danos ao fígado, rins, perda de peso, ferimentos no nariz e boca. Em usuários crônicos pode causar danos irreversíveis ao cérebro e até morte.

Agosto: Mês Vocacional

Agosto é escolhido para refletir sobre as vocações. Desta forma, como indicado e confirmado pelos bispos da Comissão Episcopal para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada, celebraremos o mês vocacional com o tema: Há esperança no caminho! E com o lema: Ardia nosso coração quando ele nos falava pelo caminho (Cf. Lc 24,32).
O mês de agosto é considerado, pela Igreja Católica, o mês vocacional. De acordo com a coordenação diocesana de Criciúma, serão realizadas várias celebrações que tem o objetivo de chamar a atenção para as orações pelos bispos, padres, seminaristas, religiosos, famílias e leigos. Para a Igreja, a oração é parte inseparável do Cristianismo, além de um meio para estreitar as relações das pessoas entre elas mesmas e com Deus.
Como são quatro vocações distintas, a Igreja comemora cada tipo por semana. A primeira é a semana da vocação para os ministérios ordenados, em que estão inclusos os bispos, padres e diáconos; a seguinte é a vocação para a vida em família, em que homem e mulher, unidos pelo sacramento do matrimônio, testemunham o amor de Jesus; a terceira é a vocação para a vida consagrada, quando religiosos acolhem e testemunham o evangelho como norma de vida; já a última semana é a da vocação dos fiéis leigos, cristãos que servem a Igreja e anunciam a Palavra no meio em que vivem.
 O presente roteiro vocacional é uma pequena contribuição para as Paróquias, pastorais, grupos e movimentos que desejam celebrar o mês vocacional de 2011, dando mais ênfase em suas celebrações à questão vocacional.
Não criamos nada novo. Seguimos as leituras dos próprios domingos. Apenas disponibilizamos intuições a partir da Palavra de Deus e da temática vocacional e sugerimos símbolos e dinâmicas para as Missas ou Celebrações de Culto.
Como todos poderão ver, não é possível fazer, numa mesma celebração, todas as sugestões apresentadas. Deixamos muitas dicas para que cada equipe litúrgica possa preparar da melhor forma sua celebração. Estas dicas são sobre organização do ambiente litúrgico, procissões, símbolos, conteúdo da meditação, etc.
Esperamos que este roteiro favoreça as celebrações vocacionais de agosto e possa colaborar para que mais e mais pessoas aceitem a provocação do Espírito de Deus, deixando-se ser despertadas para o serviço alegre e generoso ao Reino de Deus.
 
PRIMEIRO DOMINGO – VOCAÇÃO PRESBITERAL
 

 
 
SEGUNDO DOMINGO – VOCAÇÃO FAMILIAR
 

 
TERCEIRO DOMINGO – VOCAÇÃO CONSAGRADA

QUARTO DOMINGO – VOCAÇÃO LAICAL

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Só Deus é Bom


O jovem do Evangelho fizera uma pergunta que podia ser colocada, na linguagem do nosso tempo, deste modo: "Como comportar-me para que a minha vida tenha sentido e valor? A resposta não pode ser apressada nem superficial, porque diz respeito à vida toda, à totalidade da existência humana. Chamado de "bom mestre", Cristo apresenta que sua bondade dá testemunho de Deus, que é o Bem Supremo. É este o ponto central de toda a resposta ao jovem rico e das respostas para todas as indagações fundamentais sobre o valor e o sentido da vida. Cristo começa impondo referirmos tudo a Deus, de quem cada um é imagem e semelhança. Assim, nenhum ser humano pode compreender a si mesmo, nem realizar-se, sem ter Deus como centro de sua vida.

1. NOSSA ALEGRIA É DEUS

No Evangelho, Cristo começa sua resposta declarando que só Deus é bom. Somente em Deus todos os valores têm sua fonte primeira e seu complemento final. Ele é o Alfa e o Ômega, o princípio e o fim (Veja Ap 21,6). Só nele os valores humanos podem ser confirmados como autênticos ou não. Em Deus se encontram todas as riquezas. Ele é a formosura que excede a todas formosuras. Nele encontramos tudo aquilo que ansiamos e que tantas vezes buscamos em coisas, pessoas, lugares que não podem nos dar, porque não tem. Precisamos descobrir a santidade, a bondade, a misericórdia de Deus. Precisamos compreender que Ele nunca nos destrói, mas nos eleva respeitando as nossas características pessoais. Precisamos compreender que Deus não é nosso inimigo, aquele que está sempre nos tolhendo de fazer as coisas que queremos. Muitas vezes o colocamos fora da nossa existência porque Ele parece para nós uma ameaça. Deus não é aquele que vem tirar a nossa alegria, o nosso prazer, que joga água fria em nossas vidas, ao contrário é Deus quem tempera as nossas vidas dando a elas um sabor delicioso, porque é um sabor autêntico. Nós perdemos a graça de desfrutar da amizade de Deus porque escolhemos outras amizades para nós. Só Deus é bom, de modo que o valor fundamental da sua vida está depositado em qualquer ser humano, seja ele sadio ou doente, esteja ele enfrentando qualquer tipo de problema. Deus habita nele, e o fez de modo único, irrepetível, como imagem e semelhança dele. Em Deus está a plenitude da bondade. Só ele é a fonte da felicidade perfeita do homem.
Precisamos descobrir um profundo fascínio por Deus, aliás, este fascínio já existe dentro do nosso coração, então, basta que o deixemos aflorar como aflorou no coração da Amada do Cântico dos cânticos. Precisamos descobrir a bondade de Deus e desfrutar dela em nossas vidas, nos deixar impregnar desta bondade. Muitos sofrem porque nunca experimentaram o amor de Deus, nunca se sentiram amados por ele, por isto seus semblantes são sombrios, são sem brilho, são sem cor. Nós precisamos descobrir a força do amor de Deus em nossas vidas. Esta força é verdadeira, este amor nos faz alcançar o céu e a terra inteira, nos faz ser mais belos, mais fortes, diferentes. Nós não podemos ter vida verdadeira se não experimentarmos e confiarmos que Deus nos ama, mesmo sendo os maiores pecadores.
Sempre nos falaram das coisas que nós tínhamos que oferecer para Deus, mas nunca nos disseram que antes Deus tem muito a nos oferecer, que antes, muito antes de nós o amarmos ele já nos amou. Sempre foi falado para nós das renúncias, das mortificações que tínhamos que fazer, mas nunca nos disseram que antes Deus perdeu a vida dele por nós, que sacrificou a vida dele por nós, que morreu numa cruz por nós. O Evangelho é o anuncio de que nós estamos "debaixo da graça" de Deus. Nós precisamos ter ânimo novo em relação às nossas vidas, uma esperança nova, um sentimento novo, porque Deus nos ama e isto é maravilhoso. O amor de Deus nos persegue, nos procura, vem ao nosso encontro desde sempre, nos envolve como num abraço cheio de ternura e amor. Esta é a grande novidade que Jesus veio trazer para nós: DEUS NOS AMA! Nada deve perturbar o nosso coração e afastá-lo desta certeza, nem mesmo os nossos pecados e fraquezas, "que Deus nos ama e nos oferece, hoje mesmo, a sua paz e a sua graça como frutos deste amor" ( Cantalamessa). Nós só poderemos derreter o gelo do nosso coração, dobrar a dureza da nossa cabeça de ferro se antes aquecê-los com o fogo do amor de Deus. Aí então, suportaremos tudo porque "tudo se pode suportar quando nos sentimos verdadeiramente amados"( R.Cantalamessa ).
O mais importante, " não é pois que o homem ame a Deus, mas que Deus ame o homem e o ame por primeiro: Nisto consiste o amor: não fomos nós que amamos a Deus, mas é ele que nos amou. Precisamos inverter as posições, primeiro vem a "graça", depois vem o "mandamento". Tudo o que Deus faz por nós, tudo, é amor, mesmo quando passamos pelas provações, pelos sofrimentos, Deus nos ama. Jesus gritou para o mundo: "Deus vos ama" ( Jo 16, 27). A maior ação do demônio é nos levar a desconfiar do amor de Deus, é colocar dúvida sobre o amor de Deus por nós, da bondade de Deus. Por isto nunca podemos duvidar deste amor, mesmo nos momentos mais difíceis de nossas vidas, ao contrário, precisamos descobri-lo escondidos nas dobras do sofrimento, da decepção, das fadigas, das lutas e dizer num ato de fé: "Senhor eu não te entendo, mas eu confio em ti, eu confio no teu amor por mim. Eu sei que tu és bondade e tu só queres o meu bem. Custa-te muito me ver sofrer, por isto tu só permites o sofrimento quando ele for o único caminho para que eu volte para ti. Agora, estou livre para te amar, porque confio no teu amor" ( Raniero Cantalamessa).

2. NOSSA META É DEUS

Se não colocamos os valores sob Sua luz, facilmente podemos confundir o mal com o bem. É isto que acontece hoje , onde Deus não é considerado nas apreciações dos modos de agir. Em Deus está o bem, mas no mundo insiste-se em buscá-lo fora de Deus, em nós mesmos, nos outros, nos bens, no sexo, nas drogas, nas "noitadas", no dinheiro... Jesus ao revelar que só Deus é bom, nos revela que se queremos alcançar o bem para as nossas vidas devemos dirigí-la em tudo para Deus. Se compreendemos que em nós mesmos se encontra a fonte e o fundamento das nossas vidas devemos compreender que isto vem da presença de Deus em cada um de nós. Por isto ocorre que o homem, sem Deus, não pode compreender a si mesmo, e os seus caminhos não podem conduzí-lo para a autêntica realização. Jesus veio ao mundo justamente para nos tornar conscientes disso.
Enquanto na narrativas de Marcos 10 Jesus responde que só Deus é bom porque havia sido chamado de "bom mestre", de acordo com a narrativa de Mateus 19, 16-22, o jovem havia perguntado o que faria de bom para ter a vida eterna, ao que Jesus responde com outra pergunta: - "Por que me interrogas sobre o que é bom? Um só é bom..."(Mt 19,17) . Mas o sentido, a mensagem fundamental das narrativas é a mesma: porque tudo de bom provém de Deus. Interrogar sobre o que é bom e sobre o bem é sempre referir-se a deus, plenitude da bondade. "Aquilo que o homem é e deve fazer, manifesta-se no momento em que Deus se revela a Ele em através da pessoa de Jesus Cristo. O bem consiste em reconhecê-lo como finalidade de sua vida, e de fato, pertencer a Deus, obedecer-lhe, caminhar com Ele.
Os jovens precisam colocar a sua juventude sob a vontade de Deus, tudo o que ela encerra deve ser colocado à luz de Deus. Os jovens só serão jovens autênticos quando as suas vidas estiverem conforme a vontade de Deus. Os jovens têm grandes perspectivas de vida, muitas possibilidades, experimentam um grande vigor, uma grande força, sonham alto, tudo isto é próprio da juventude e isto é muito belo e uma grande riqueza para toda a humanidade, porém todas estas coisas devem ser canalizadas para Deus, devem ser vividas segundo a vontade de Deus, senão correrão o risco de utilizar esta força, este vigor, estas muitas possibilidades em coisas que só irão destruí-las. "De que adiantará o jovem ganhar o mundo inteiro se vier a perder sua alma? Será que quando Jesus voltar ele encontrará a fé na juventude? Será que ele encontrará a juventude conforme Seu Pai criou? Deus não quer destruir o vigor, a força, as possibilidades da juventude, porque foi ele mesmo que a criou com tudo isto, mas deseja que ela use tudo isto para o seu engrandecimento e o engrandecimento de toda a humanidade, para o seu bem que é a glória de Deus.
Deus deseja manifestar o seu amor também através de todas as características que possui a juventude. Deus deseja que o mundo conheça o vigor, a força do seu amor através do vigor e da força da juventude. Deus deseja manifestar o verdadeiro prazer, a verdadeira alegria criada por ele através da juventude. Será que ela está sendo canal autêntico de Deus para este mundo tão cheio de fraquezas e tristezas? Será que com a vida dos jovens de hoje o mundo está recebendo o amor de Deus? Será que através da vida do jovem de hoje o mundo está recebendo a paz de Deus? Porque os adultos esperam que os jovens sejam canais das graças de Deus para eles. Quantos jovens são instrumentos de Deus para os seus próprios pais. Quantos jovens são a força e o exemplo de esperança, de confiança de um mundo diferente para os seus próprios pais. Quantos jovens são a alegria, o incentivo para a vida de santidade de seus próprios pais. Os jovens possuem um "carisma" especial de Deus para o mundo, se eles não manifestarem este carisma o mundo não terá a possibilidade de recebê-lo porque só eles possuem. Os adultos tem um "carisma" para transbordar para o mundo, com certeza que sim, mas é o carisma próprio deles e não o dos jovens.
Assim a conduta do jovem, que está "implicada na gratuidade do amor de Deus, é chamada a refletir a sua glória: 'Para quem ama a Deus, basta-lhe agradar aquele que ama, uma vez que não se deve procurar qualquer outra recompensa maior do que o próprio amor; a caridade, de fato, provém de Deus de um modo tal que o próprio Deus é caridade (...) A afirmação de que um só é bom reconduz-nos assim à primeira tábua dos mandamentos, que convida a reconhecer Deus como Senhor único e absoluto e só a ele prestar culto, por causa da sua santidade infinita. O bem consiste em pertencer a Deus, obedecer-lhe, caminhar humildemente com ele, praticando a justiça e amando a piedade (...) O cumprimento da vontade de Deus é um dom, é uma graça que Deus derrama nos corações dos homens. Deus não só indica o caminho para a libertação do homem, que é o próprio Deus, mas vai além, dá-lhe juntamente a capacidade de seguir este caminho e isto foi concretizado em Jesus Cristo. Agora, depois da vinda de Jesus ao mundo, o jovem pode viver sua juventude totalmente segundo a vontade de Deus e ela não será nunca um peso para ele porque o Senhor lhe oferece as "suas asas", que é o próprio Espírito Santo, para que o carregue livremente.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Sacramento do Batismo
 
 

O batismo, porta dos sacramentos, necessário na realidade ou ao menos em desejo para a salvação, e pelo qual os homens se libertam do pecado, se regeneram tornando-se filhos de Deus e se incorporam à Igreja, configurados com Cristo mediante caráter indelével, só se administra validamente através da ablução (purificação) com água verdadeira, usando-se a devida fórmula das palavras. (Cân.849)

Celebração do Batismo

O batismo se administra segundo o ritual prescrito nos livros litúrgicos aprovados, exceto em caso de urgente necessidade, em que se deve observar apenas o que é exigido para a validade do sacramento. (Cân.850)
A celebração do batismo deve ser devidamente preparada; assim: (Cân.851)
        
   ·   O adulto que pretende receber o batismo seja admitido ao catecumenato e, enquanto possível, percorra os vários graus até a iniciação sacramental, de acordo com o ritual de iniciação, adaptado pela Conferência dos Bispos, e segundo normas especiais dadas por ela;
·         os pais da criança a ser batizada, e também os que vão assumir o encargo de padrinhos, sejam convenientemente instruídos sobre o significado desse sacramento e às obrigações dele decorrentes; o pároco, por si ou por outros, cuide que os pais sejam devidamente instruídos por meio de exortações pastorais, e também mediante a oração comunitária reunindo mais famílias e, quando possível, visitando-as.
O que se prescreve nos cânones acerca do batismo dos adultos aplica-se a todos os que chegaram ao uso da razão, ultrapassada a infância. (Cân.852 §1) No que se refere ao batismo, deve equiparar-se à criança também aquele que não está em seu juízo. (Cân.852 §2)
A água a ser utilizada na administração do batismo, exceto em caso de necessidade, deve ser benta segundo as prescrições dos livros litúrgicos. (Cân.853) O batismo seja conferido por imersão ou por infusão, observando-se as prescrições da Conferência dos Bispos. (Cân.854)
Cuidem os pais, padrinhos e pároco que não se imponham nomes alheios ao senso cristão. (Cân.855) Embora o batismo possa ser celebrado em qualquer dia, recomenda-se, porém, que ordinariamente seja celebrado no domingo ou, se for possível, na vigília da Páscoa. (Cân.856) Exceto em caso de necessidade, o lugar próprio para o batismo é a igreja ou oratório. (Cân.857 §1) Tenha-se como regra geral que o adulto seja batizado na própria igreja paroquial e a criança na igreja paroquial dos pais, salvo se justa causa aconselhar outra coisa. (Cân.857 §2)
Exceto em caso de necessidade, o batismo não seja conferido em casas particulares, salvo permissão do Ordinário local, por justa causa. (Cân.860 §1) Exceto em caso de necessidade ou por outra razão pastoral que o imponha, não se celebre o batismo em hospitais, salvo determinação contrária do Bispo diocesano. (Cân.860 §2)

Ministro do Batismo

Ministro ordinário do batismo é o Bispo, o presbítero e o diácono, mantendo-se a prescrição do cân.530, n.1. (Cân.861 §1) Na ausência ou impedimento do ministro ordinário, o catequista ou outra pessoa para isso designada pelo Ordinário local pode licitamente batizar; em caso de necessidade, qualquer pessoa movida por reta intenção; os pastores de almas, principalmente o pároco, sejam solícitos para que os fiéis aprendam o modo certo de batizar. (Cân.861 §2)
Exceto em caso de necessidade, a ninguém é lícito, sem a devida licença, conferir o batismo em território alheio, nem mesmo aos próprios súditos. (Cân.862)
O batismo dos adultos, pelo menos daqueles que completaram catorze anos, seja comunicado ao Bispo diocesano, a fim de ser por ele mesmo administrado, se o julgar conveniente. (Cân.863)

Batizados

É capaz de receber o batismo toda pessoa ainda não batizada, e somente ela. (Cân.864)
Para que o adulto possa ser batizado, requer-se que tenha manifestado a vontade de receber o batismo, que esteja suficientemente instruído sobre as verdades da fé e as obrigações cristãs e que tenha sido provado, por meio de catecumenato, na vida cristã; seja também admoestado para que se arrependa de seus pecados. (Cân.865 §1) O adulto, que se encontra em perigo de morte, pode ser batizado se, possuindo algum conhecimento das principais verdades da fé, manifesta de algum modo sua intenção de receber o batismo e promete observar os mandamentos da religião cristã. (Cân.865 §2)
A não ser que uma razão grave o impeça, o adulto que é batizado seja confirmado logo depois do batismo e participe da celebração eucarística, recebendo também a comunhão. (Cân.866)
Os pais têm a obrigação de cuidar que as crianças sejam batizadas dentro das primeiras semanas; logo depois do nascimento, ou mesmo antes, dirijam-se ao pároco a fim de pedirem o sacramento para o filho e serem devidamente preparados para eles. (Cân.867 §1) Se a criança estiver em perigo de morte, seja batizada sem demora. (Cân.867 §2)
Para que uma criança seja licitamente batizada, é necessário que: (Cân.868 §1)
·         os pais, ou ao menos um deles ou quem legitimamente faz as suas vezes, consintam;
·         haja fundada esperança de que será educada na religião católica; se essa esperança faltar de todo, o batismo seja adiado segundo as prescrições do direito particular, avisando-se aos pais sobre o motivo.
Em perigo de morte, a criança filha de pais católicos, e mesmo não-católicos, é licitamente batizada mesmo contra a vontade dos pais. (Cân.868 §2)
Havendo dúvida se alguém foi batizado ou se o batismo foi conferido validamente, e a dúvida permanece depois de séria investigação, o batismo lhe seja conferido sob condição.(Cân.869 §1) Aqueles que foram batizados em comunidade eclesial não-católica não devem ser batizados sob condição, a não ser que, examinada a matéria e a forma das palavras usadas no batismo conferido, e atendendo-se à intenção do batizado adulto e do ministro que o batizou, haja séria razão para duvidar da validade do batismo. (Cân.869 §2)
Nos casos mencionados nos §§ 1 e 2, se permanecerem duvidosas a celebração ou a validade do batismo, não seja este administrado, senão depois que for exposta ao batizando, se adulto, a doutrina sobre o sacramento do batismo; a ele, ou aos pais, tratando-se de crianças, sejam explicadas as razões da dúvida sobre a validade do batismo. (Cân.869 §3)
A criança exposta ou achada, seja batizada, a não ser que, após cuidadosa investigação, conste de seu batismo. (Cân.870) Os fetos abortivos, se estiverem vivos, sejam batizados, enquanto possível. (Cân.871)

Padrinhos

Ao batizando, enquanto possível, seja dado um padrinho, a quem cabe acompanhar o batizando adulto na iniciação cristã e, junto com os pais, apresentar ao batismo o batizando criança. Cabe também a ele ajudar que o batizado leve uma vida de acordo com o batismo e cumpra com fidelidade as obrigações inerentes. (Cân.872) Admite-se apenas um padrinho ou uma só madrinha, ou também um padrinho e uma madrinha. (Cân.873)
Para que alguém seja admitido para assumir o encargo de padrinho, é necessário que: (Cân.874 §1)
·         seja designado pelo batizando, por seus pais ou por quem lhes faz as vezes, ou, na falta deles, pelo próprio pároco ou ministro, e tenha aptidão e intenção de cumprir esse encargo;
·         Tenha completado dezesseis anos de idade, a não ser que outra idade tenha sido determinada pelo Bispo diocesano, ou pareça ao pároco ou ministro que se deva admitir uma exceção por justa causa;
·         seja católico, confirmado, já tenha recebido o santíssimo sacramento da Eucaristia e leve uma vida de acordo com a fé e o encargo que vai assumir;
·         não tenha sido atingido por nenhuma pena canônica legitimamente irrogada ou declarada;
·         não seja pai ou mãe do batizando.
O batizado pertencente a uma comunidade eclesial não-católica só seja admitido junto com um padrinho católico, o qual será apenas testemunha do batismo. (Cân.874 §2)

Da prova e anotação do batismo

Se não houver padrinho, aquele que administra o batismo cuide que haja pelo menos uma testemunha, pela qual se possa provar a administração do batismo. (Cân.875) Para provar a administração do batismo, se não advém prejuízo para ninguém, é suficiente a declaração de uma só testemunha acima de qualquer suspeita, ou o juramento do próprio batizado, se tiver recebido o batismo em idade adulta. (Cân.876)
O pároco do lugar em que se celebra o batismo deve anotar cuidadosamente e sem demora os nomes dos batizados, fazendo menção do ministro, pais, padrinhos, testemunhas, se as houver, do lugar e dia do batismo, indicando também o dia e o lugar do nascimento. (Cân.877 §1)
Tratando-se de filhos de mãe solteira, deve-se consignar o nome da mãe, se consta publicamente da maternidade ou ela o pede espontaneamente por escrito perante duas testemunhas; deve-se também anotar o nome do pai, se sua paternidade se comprova por algum documento público ou por declaração dele, feita perante o pároco e duas testemunhas; nos outros casos, anote-se o nome do batizado, sem fazer menção do nome do pai ou dos pais. (Cân.877 §2)
Tratando-se de filho adotivo, anotem-se os nomes dos adotantes e pelo menos os nomes dos pais naturais, de acordo com o §§ 1 e 2, se assim se fizer também no registro civil da região, observando-se as prescrições da Conferência dos Bispos. (Cân.877 §3)
Se o batismo não for administrado pelo pároco ou não estando ele presente, o ministro do batismo, quem quer que seja, deve informar da celebração do batismo ao pároco da paróquia em que o batismo tiver sido administrado, para que este o anote, de acordo com o cân.877, §1. (Cân.878)

Fonte: Código de Direito Canônico

Pentecostes:O nascimento da Igreja.

"Todos ficaram cheios do Espírito Santo"(At 2,4).

O Pentencostes reuniu-nos numa mesma salvação, numa mesma história, numa mesma celebração pascal e numa mesma ação missionária. O Pentecostes possibilitou a reunião de todos os povos num mesmo ideal, num mesmo entendimento e num mesmo trabalho apostólico. O Pentecostes aconteceu para superar no relacionamento humano, religioso e social, todas as diferenças, preconceitos, imposições e conflitos de raça, língua, condição social, política, econômica e religiosa.
Com o Pentecostes superou-se a confusão da “Torre de Babel.” Agora, a única língua aceitável e compreensível é a da Caridade: “dou-vos um novo mandamento: que vos ameis uns aos outros como eu vos amei...Jo.15,12-15” . A única ordem a ser obedecida é a do mandato missionário de Jesus: “ide, pois, e ensinai a todas as nações...Mt 28,19-20”. O único estilo de vida necessário é o da caridade e o do perdão...M7 18,21; 5,7; Lc. 6,36.
Desde a  fundação da  Igreja no dia de Pentecostes, o Espírito Santo é quem a constrói, anima e santifica, lhe dá vida e unidade e a  enriquece com seus dons. O Espírito Santo segue trabalhando na Igreja de muitas maneiras distintas, inspirando, motivando e impulsionando os cristãos,  em forma individual ou como Igreja num todo, ao proclamar a Boa Nova de Jesus. Desde a fundação da Igreja no dia de Pentecostes, o Espírito Santo é quem a constroi, anima e santifica, lhe dá vida e unidade e a enriquece com seus dons. O Espírito Santo segue trabalhando na Igreja de muitas maneiras distintas, inspirando, motivando e impulsionando os cristãos,  em forma individual ou como Igreja num todo, ao proclamar a Boa Nova de Jesus.
Enquanto a Páscoa era uma festa caseira, Colheita ou Semanas ou Pentecostes era uma celebração agrícola, originalmente, realizada na roça, no lugar onde se cultivava o trigo e a cevada, entre outros produtos agrícolas. Posteriormente, essa celebração foi levada para os lugares de culto, particularmente, o Templo de Jerusalém. Os muitos relatos bíblicos não revelam, com clareza, a ordem do culto, mas é possível levantar alguns passos dessa liturgia:

-a cerimônia começava quando a foice era lançada contra as espigas (Dt 16.9). É bom lembrar que deveria ser respeitada a recomendação do direito de respigar dos pobres e estrangeiros (Lv 23.22; Dt 16.11);
-a cerimônia prosseguia com a peregrinação para o local de culto (Ex 23.17);
-o terceiro momento da festa era a reunião de todo o povo trabalhador com suas famílias, amigos e os estrangeiros (Dt 16.11). Essa cerimônia era chamada de "Santa Convocação" (Lv 23.21). Ninguém poderia trabalhar durante aqueles dias, pois eram considerados um período de solene alegria e ação de graças pela proteção e cuidado de Deus (Lv 23.21);
-no local da cerimônia, o feixe de trigo ou cevada era apresentado como oferta a Deus, o Doador da terra e a Fonte de todo bem (Lv 23.11).
Os celebrantes alimentavam-se de parte das ofertas trazidas pelos agricultores;
As sete semanas de festa incluíam outros objetivos, além da ação de graças pelos dons da terra: reforçar a memória da libertação da escravidão no Egito e o cuidado com a obediência aos estatutos divinos (Dt 16.12).

"Família, Berço do Amor e da Vida"

A família em si é a razão de ser e existir do projeto criador na origem da humanidade: “E Deus criou o homem à sua imagem; à imagem de Deus ele o criou; e os criou homem e mulher. E Deus os abençoou e lhes disse: ‘Sejam fecundos, multipliquem-se’ [...] Por isso, um homem deixa seu pai e sua mãe, e se une á sua mulher, e eles dois se tornam uma só carne” (Gn 1,27-28; 2,24).
Acredito que hoje muita gente sente falta e tenta se conformar com o que tem.Mas esse problema vem se agravando porque não há um planejamento para construir uma família.
Família não é só ter mãe e pai juntos dentro de casa.Família eu entende ter união, parceria dentro de casa.È claro que a presença da família tradicional é maravilhoso.eu acho.
Existe ainda muitas pessoas que não dão valor o que possuem .Sei que toda família tem seus problemas de convivência ,mas pense quem não tem família. Aquela que te dar o ombro pra te consolar, um sorriso, um elogio, se preocupa se vc está bem, se está alimentado,está estudando...
"Deus não coloca um fardo maior que vc não possa carregar".Mas muitas vezes reclamamos e não entendemos.Temos que pensar que no futuro com o aprendizado que tiramos no passado encontremos dias melhores, só não podemos perder as esperanças, o amor, o humor, a alegria de viver, apesar das dificuldades.
Se vc não tem uma família que vc tanto desejava agora, pense em construi-la no futuro.DEUS te deu o livre arbitro para escolher seu caminho. E sempre temos que escolher e decidir ,mas cuidado não vá pelas aparências elas enganam , analise ;vc é um ser pensante, o mais evoluído das criaturas de Deus.
Na vida pra prosperarmos precisamos de bons alicerces e através da família que nos incentiva , aprendemos, cuidamos, temos alegrias e tristezas para crescermos como pessoas.

Eucaristia:Nosso tesouro.

Muitas vezes queremos compreender como o Senhor dá Seu corpo e sangue na forma de pão e vinho, mas isso será sempre um mistério de fé. Jesus, sabendo disso, veio em auxílio a nossa fraqueza e a nossa incredulidade. Para que pudéssemos aceitar com mais facilidade o mistério da Eucaristia, Ele realizou muitos prodígios: andou sobre as águas, multiplicou os pães, apareceu aos apóstolos após Sua ressurreição; tudo para que soubéssemos que Ele tem o poder de realizar aquilo que realizou na Eucaristia.
Jesus quis concretizar Sua presença sob as espécies de pão e vinho, para que compreendêssemos que a Eucaristia, é Seu corpo, que vem ser presença, remédio, cura, alimento e força para nós.
“Pois minha carne é verdadeira comida e o meu sangue verdadeira bebida. Quem se alimenta com a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim, e eu nele” (Jo 6, 55-56).
Só comungando frequentemente e adorando Jesus no Santíssimo Sacramento conseguiremos forças para prosseguir numa vida de santidade.
Se você contraísse qualquer doença grave, certamente tomaria todos os remédios indicados pelo médico. O remédio para curar as doenças espirituais é a Eucaristia. É o próprio corpo e sangue, alma e divindade do Nosso Senhor Jesus Cristo, o remédio eficaz para o nosso corpo e para a nossa alma. Comungando o corpo do Senhor, nossos pensamentos, sentimentos, ideias e fantasias são purificados. A descontaminação acontece pela Eucaristia.
Além de receber Jesus Eucarístico, é preciso adorá-Lo no Santíssimo Sacramento. Seja adorador! Se por vários motivos você não puder permanecer por muito tempo em adoração, passe pelo menos cinco minutos por dia diante de Jesus presente no sacrário.
Somos incapazes de imaginar os benefícios que recebemos quando estamos em adoração diante do Santíssimo Sacramento. Da mesma forma que nos unimos ao sofrimento de alguém que amamos, Jesus se une a nós. No momento em que estamos diante do Santíssimo Sacramento, Jesus está diante de nós.
Jesus na Eucaristia deseja ardentemente esse encontro, e, como ovelhas machucadas, precisamos nos encontrar com Ele para a nossa cura.

O que é a Eucaristia?

A Eucaristia é a consagração do pão no Corpo de Cristo e do vinho em seu Sangue que renova mística e sacramentalmente o sacrifício de Jesus na Cruz. A Eucaristia é Jesus real e pessoalmente presente no pão e no vinho que o sacerdote consagra. Pela fé cremos que a presença de Jesus na Hóstia e no vinho não é só simbólica, mas real; isto se chama o mistério da transubstanciação já que o que muda é a substância do pão e do vinho; com relação a forma, cor, sabor, etc.— permanecem iguais.
A instituição da Eucaristia, aconteceu durante a última ceia pascal que celebrou com seus discípulos e os quatro relatos coincidem no essencial, em todos eles a consagração do pão precede a do cálice; embora devamos lembrar, que na realidade histórica, a celebração da Eucaristia ( Fração do Pão ) começou na Igreja primitiva antes da redação dos Evangelhos.
Os sinais essenciais do sacramentos eucarístico são pão de trigo e vinho da videira, sobre os quais é invocada a bênção do Espírito Santo e o presbítero pronuncia as palavras da consagração ditas por Jesus na última Ceia: “Isto é meu Corpo entregue por vós… Este é o cálice do meu Sangue…”
Encontro com Jesus amor
Necessariamente o encontro com Cristo Eucaristia é uma experiência pessoal e íntima, e que supõe o encontro pleno de dois que se amam. É, portanto, impossível generalizar sobre eles. Porque só Deus conhece os corações dos homens. Entretanto, sim devemos transluzir em nossa vida, a transcendência do encontro íntimo com o Amor. É lógico pensar que quem recebe esta Graça, está em maior capacidade de amar e de servir ao irmão e que além disso, alimentado com o Pão da Vida deve estar mais fortalecido para enfrentar as provações, para encarar o sofrimento, para contagiar sua fé e sua esperança. Em fim, para levar a feliz término a missão, a vocação, que o Senhor lhe dá.
Se apreciássemos de veras a Presença de Cristo no sacrário, nunca o encontraríamos sozinho, acompanhado apenas pela lâmpada Eucarística acesa, o Senhor hoje nos diz a todos e a cada um, o mesmo que disse aos Apóstolos “Com ânsias desejei comer esta Páscoa convosco ” Lc.22,15. O Senhor nos espera ansioso para entregar-se a nós como alimento; somos conscientes disso, de que o Senhor nos espera no Sacrário, com a mesa celestial servida.? E nós, por que o deixamos esperando.? Ou é por acaso, quando vem alguém de visita a nossa casa, o deixamos na sala e vamos nos ocupar de nossas coisas?
É exatamente isso o que fazemos em nosso apostolado, quando nos enchemos de atividades e nos descuidamos na oração diante do Senhor, que nos espera no Sacrário, preso porque nos “amou até o extremo” e resulta que, por quem se fez o mundo e tudo o que nele habita (nós inclusive) encontra-se ali, oculto aos olhos, mas incrivelmente luminoso e poderoso para saciar todas nossas necessidades.

domingo, 24 de julho de 2011

Dinâmica

Os valores.

OBJETIVO: Refletir sobre valores pessoais, conduta, ética e autocrítica, de modo a possibilitar uma troca de conhecimentos entre os membros do grupo.

MATERIAL: Formulário-quadro de Hierarquia de Valores (individual e grupal), conforme o modelo que segue abaixo.

DESENVOLVIMENTO:

1. Distribuir o formulário-quadro de Hierarquia de Valores para todos os participantes. Pode-se acrescentar outros valores.
2. Sugerir que cada pessoa leia os itens que constam no formulário e os coloque em ordem de prioridade. Colocar 1 para o mais importante, 2 para o segundo e assim sucessivamente.
3. Efetuar o mesmo procedimento em subgrupos, para tentar um consenso.
4. Ao final, com o grupo todo, podese estabelecer quais os valores que nortearão o grupo a partir de então. Coloca-se, posteriormente, num quadro, cartaz ou banner.

O amor jamais acabará.

Caso tivéssemos o poder e a coragem de recordar cada sentimento, sonho, indignação ou sugestão de quando ainda éramos jovens – ávidos por aprender e sonhar, mas numa etapa em que éramos considerados jovens demais para dar nossa opinião e estávamos sujeitos a decisões que as pessoas que nós considerávamos velhas tomavam e que atingiam diretamente nossa maneira de viver –, então hoje nós não cometeríamos os mesmos erros e repetiríamos os mesmos acertos.

Porém, é impossível lembrarmos de tudo, até porque os interesses daquela época são totalmente diferentes dos interesses da época atual. Crescemos e o ciclo desse raciocínio agora também nos atingiu. Então, o que fazer se hoje somos os “mesmos velhos” que quando jovens criticávamos e ontem éramos os jovens que hoje miramos e não entendemos? O que pode aproximar essas duas gerações tão dependentes uma da outra?

A resposta é: o amor! O amor jamais acabará. Com esse tema, vamos receber neste próximo final de semana em Cachoeira Paulista (SP) jovens e pessoas de todas as idades para um grande desafio: voltar a entender a palavra Amor e acreditar que este sentimento tão belo não acaba. O sonho, o projeto, o ideal, o desafio, a radicalidade, a fidelidade, o companheirismo, a saudade são sentimentos e valores que estão em “crise” permanente, pois crise significa peneira e ao peneirar algo o que é bom fica e o que não presta vai embora.

O medo ou a preguiça de peneirar mais em nossa vida tem feito com que o amor seja mal interpretado por todos nós e uma baixa qualidade de vida e de sensações nos ocupe o interior. É preciso fazer algo, buscar verdadeiramente algo, morrer por uma causa, por uma pessoa, por um carisma e gerar vida novamente. Parece romântico demais, mas não é. Isso é antropologia, é questão de sobrevivência da humanidade. Se quisermos continuar vivos, nos sentindo seres humanos, temos que acreditar e lutar por isso: o amor jamais acabará.

Juventude Legionária:Missionários de Maria

Juventude Legionária:Missionários de Maria
Nossa missão é dar continuidade à missão de nosso Senhor Jesus Cristo,anunciando a Boa Nova do Reino de Deus a toda criatura.

Juventude Legionária

Juventude Legionária
Ser jovem e profeta de Cristo é nossa missão e vocação