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"Promovendo a evangelização de nossa Juventude."

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Pentecostes:O nascimento da Igreja.

"Todos ficaram cheios do Espírito Santo"(At 2,4).

O Pentencostes reuniu-nos numa mesma salvação, numa mesma história, numa mesma celebração pascal e numa mesma ação missionária. O Pentecostes possibilitou a reunião de todos os povos num mesmo ideal, num mesmo entendimento e num mesmo trabalho apostólico. O Pentecostes aconteceu para superar no relacionamento humano, religioso e social, todas as diferenças, preconceitos, imposições e conflitos de raça, língua, condição social, política, econômica e religiosa.
Com o Pentecostes superou-se a confusão da “Torre de Babel.” Agora, a única língua aceitável e compreensível é a da Caridade: “dou-vos um novo mandamento: que vos ameis uns aos outros como eu vos amei...Jo.15,12-15” . A única ordem a ser obedecida é a do mandato missionário de Jesus: “ide, pois, e ensinai a todas as nações...Mt 28,19-20”. O único estilo de vida necessário é o da caridade e o do perdão...M7 18,21; 5,7; Lc. 6,36.
Desde a  fundação da  Igreja no dia de Pentecostes, o Espírito Santo é quem a constrói, anima e santifica, lhe dá vida e unidade e a  enriquece com seus dons. O Espírito Santo segue trabalhando na Igreja de muitas maneiras distintas, inspirando, motivando e impulsionando os cristãos,  em forma individual ou como Igreja num todo, ao proclamar a Boa Nova de Jesus. Desde a fundação da Igreja no dia de Pentecostes, o Espírito Santo é quem a constroi, anima e santifica, lhe dá vida e unidade e a enriquece com seus dons. O Espírito Santo segue trabalhando na Igreja de muitas maneiras distintas, inspirando, motivando e impulsionando os cristãos,  em forma individual ou como Igreja num todo, ao proclamar a Boa Nova de Jesus.
Enquanto a Páscoa era uma festa caseira, Colheita ou Semanas ou Pentecostes era uma celebração agrícola, originalmente, realizada na roça, no lugar onde se cultivava o trigo e a cevada, entre outros produtos agrícolas. Posteriormente, essa celebração foi levada para os lugares de culto, particularmente, o Templo de Jerusalém. Os muitos relatos bíblicos não revelam, com clareza, a ordem do culto, mas é possível levantar alguns passos dessa liturgia:

-a cerimônia começava quando a foice era lançada contra as espigas (Dt 16.9). É bom lembrar que deveria ser respeitada a recomendação do direito de respigar dos pobres e estrangeiros (Lv 23.22; Dt 16.11);
-a cerimônia prosseguia com a peregrinação para o local de culto (Ex 23.17);
-o terceiro momento da festa era a reunião de todo o povo trabalhador com suas famílias, amigos e os estrangeiros (Dt 16.11). Essa cerimônia era chamada de "Santa Convocação" (Lv 23.21). Ninguém poderia trabalhar durante aqueles dias, pois eram considerados um período de solene alegria e ação de graças pela proteção e cuidado de Deus (Lv 23.21);
-no local da cerimônia, o feixe de trigo ou cevada era apresentado como oferta a Deus, o Doador da terra e a Fonte de todo bem (Lv 23.11).
Os celebrantes alimentavam-se de parte das ofertas trazidas pelos agricultores;
As sete semanas de festa incluíam outros objetivos, além da ação de graças pelos dons da terra: reforçar a memória da libertação da escravidão no Egito e o cuidado com a obediência aos estatutos divinos (Dt 16.12).

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